Dec 28, 2006
Gracinha Copacabana....
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Nov 27, 2006
Nov 20, 2006
Nov 19, 2006
Carne? Massa? Frango?
Eu: quais são as opções?
Aeromoça: sim ou não...
(e além disso, serviram haagen dazs de vanilla enquanto eu dormia.... humpf!)
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Nov 18, 2006
No trem, de Paris a Nice, sul da frança...
Oren: eu quero mais que sexo com alguem, quero saber que vai durar...
Meshell: deixa acontecer primeiro, pra depois se preocupar com isso...
Oren: mas eu quero trepar tambem....
Meshell: por isso mesmo - relaxa, deixa acontecer....
Oren: é que eu me pego sendo o único a conversar na estoria toda, pra que a conversa nao fique boring - converso pra ver se no final eu durmo com ela
Eu: tem funcionado?
Oren: not really
Eu: então relaxa, fala menos, se diverte mais, que vc acaba se passando por mais atraente
Oren: nao consigo - eu olho pra alguem no metro que eu acho bonita, e já fico imaginando se vai dar certo, se vai durar pra sempre, esse tipo de coisa.... Nao consigo relaxar...
Eu: a proxima vez, faz o seguinte: imagina que ela tem um pinto. Garanto que vai deixar de pensar em long term relationship...
.... ou não.....
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Nov 17, 2006
Comecar de novo....
... e o dia nasceu feliz....
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Nov 2, 2006
minha vó...
Oct 24, 2006
meio intelectual, meio de esquerda...

De Antonio Prata (via whois cintia)
Eu sou meio intelectual, meio de esquerda, por isso freqüento bares meio ruins. Não sei se você sabe, mas nós, meio intelectuais, meio de esquerda, nos julgamos a vanguarda do proletariado, há mais de 150 anos. (Deve ter alguma coisa de errado com uma vanguarda de mais de 150 anos, mas tudo bem). No bar ruim que ando freqüentando nas últimas semanas o proletariado é o Betão, garçom, que cumprimento com um tapinha nas costas acreditando resolver aí 500 anos de história. Nós, meio intelectuais, meio de esquerda,adoramos ficar "amigos" do garçom, com quem falamos sobre futebol enquanto nossos amigos não chegam para falarmos de literatura. "Ô Betão, traz mais uma pra gente", eu digo, com os cotovelos apoiados na mesa bamba de lata, e me sinto parte do Brasil. Nós, meio intelectuais, meio de esquerda, adoramos fazer parte do Brasil, por isso vamos a bares ruins, que tem mais a cara do Brasil que os bares bons, onde se serve petit gateau e não tem frango à passarinho ou carne de sol com macaxeira que são os pratos tradicionais de nossa cozinha. Se bem que nós, meio intelectuais, quando convidamos uma moça para sair pela primeira vez, atacamos mais de petit gateau do que de frango à passarinho, porque a gente gosta do Brasil e tal, mas na hora do vamos ver uma europazinha bem que ajuda. A gente gosta do Brasil, mas muito bem diagramado. Não é qualquer Brasil. Assim como não é qualquer bar ruim. Tem que ser um bar ruim autêntico, um boteco, com mesa de lata, copo americano e, se tiver porção de carne de sol, a gente bate uma ali mesmo. Quando um de nós, meio intelectuais, meio de esquerda, descobre um novo bar ruim que nenhum outro meio intelectual, meio de esquerda freqüenta, não nos contemos: ligamos pra turma inteira de meio intelectuais, meio de esquerda e decretamos que aquele lá é o nosso novo bar ruim. Porque a gente acha que o bar ruim é autêntico e o bar bom não é, como eu já disse. O problema é que aos poucos o bar ruim vai se tornando cult, vai sendo freqüentado por vários meio intelectuais, meio de esquerda e universitárias mais ou menos gostosas. Até que uma hora sai na Vejinha como ponto freqüentado por artistas, cineastas e universitários e nesse ponto a gente já se sente incomodado e quando chega no bar ruim e tá cheio de gente que não é nem meio intelectual, nem meio de esquerda e foi lá para ver se tem mesmo artistas, cineastas e universitários, a gente diz: eu gostava disso aqui antes, quando só vinha a minha turma de meio intelectuais, meio de esquerda, as universitárias mais ou menos gostosas e uns velhos bêbados que jogavam dominó. Porque nós, meio intelectuais, meio de esquerda, adoramos dizer que freqüentávamos o bar antes de ele ficar famoso, íamos a tal praia antes de ela encher de gente, ouvíamos a banda antes de tocar na MTV. Nós gostamos dos pobres que estavam na praia antes, uns pobres que sabem subir em coqueiro e usam sandália de couro, isso a gente acha lindo, mas a gente detesta os pobres que chegam depois, de Chevete e chinelo Rider. Esse pobre não, a gente gosta do pobre autêntico, do Brasil autêntico. E a gente abomina a Vejinha, abomina mesmo, acima de tudo. Os donos dos bares ruins que a gente freqüenta se dividem em dois tipos:os que entendem a gente e os que não entendem. Os que entendem percebem qual é a nossa, mantém o bar autenticamente ruim, chamam uns primos do cunhado para tocar samba de roda toda sexta-feira, introduzem bolinho de bacalhau no cardápio e aumentam em 50% o preço de tudo. Eles sacam que nós, meio intelectuais, meio de esquerda, somos meio bem de vida e nos dispomos a pagar caro por aquilo que tem cara de barato. Os donos que não entendem qual é a nossa, diante da invasão, trocam as mesas de lata por umas de fórmica imitando mármore, azulejam a parede e põem um som estéreo tocando reggae. Aí eles se fodem, porque a gente odeia isso, a gente gosta, como já disse algumas vezes, é daquela coisa autêntica, tão brasileira, tão raiz. Não pense que é fácil ser meio intelectual, meio de esquerda, no Brasil! Ainda mais porque a cada dia está mais difícil encontrar bares ruins do jeito que a gente gosta, os pobres estão todos de chinelo Rider e a Vejinha sempre alerta, pronta para encher nossos bares ruins de gente jovem e bonita e a difundir o petit gateau pelos quatro cantos do globo. Para desespero dos meio intelectuais, meio de esquerda, como eu que, por questões ideológicas, preferem frango a passarinho e carne de sol com macaxeira (que é a mesma coisa que mandioca mas é como se diz lá no nordeste e nós, meio intelectuais, meio de esquerda, achamos que o nordeste é muito mais autêntico que o sudeste e preferimos esse termo, macaxeira, que é mais assim Câmara Cascudo, saca?). -Ô Betão, vê um cachaça aqui pra mim. De Salinas quais que tem?
Oct 23, 2006
Oct 20, 2006
Oct 18, 2006
Oct 1, 2006
Aug 16, 2006
Aug 7, 2006
Aug 5, 2006
Aug 3, 2006
Life...
... Eu nao ganho muito... Embora nao ganhe pouco... Mas estou trabalhando agora - deitado na praia de zambujeira do mar, duas horas e meia sul de lisboa, um monte de gente bonita por volta - meia hora atras eu estava com meu "uniforme" de trabalho: calcao, camiseta e chinelos havaianas (as legitimas)... posso reclamar de alguma coisa?? :o)
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Jul 30, 2006
Luís Nassif - o Padrão JK
Jul 27, 2006
Como é bom ser homem....
* 1 . Uma viagem de cinco dias requer apenas uma mochila.**
2. Conversas telefônicas acabam em 30 segundos ou menos.
* *3. Nada de filas para o banheiro.**
4. Você consegue abrir as tampas dos potes.
* *5. Ao passear pelos canais da TV, você não tem que parar quando vê
alguém chorando.**
6. Todos seus orgasmos são verdadeiros.
7. Você não tem que carregar uma bolsa cheia de tralha pra cima e pra
baixo.
* *8. Você pode ir ao banheiro sem um grupo de apoio. *
* 9. Se seu trabalho é criticado, você não fica achando que todo mundo lhe
odeia.**
* *10. Você economiza tempo e dinheiro lavando a roupa de 3 em 3 semanas.**
11. Fazer sexo não deixa você preocupado com sua reputação.
12. Se alguém esquece de convidar você para alguma coisa, é apenas um
esquecimento, e não evidência de que odeiam você.**
13. Você não tem que fazer a barba abaixo do pescoço.
14. Nenhum dos seus colegas de trabalho tem o poder de fazer você chorar.
* *15. Se você tem 34 anos e é solteiro, ninguém liga.**
16. Chocolate é um alimento como qualquer outro.
17. Flores resolvem tudo.
18. Você não tem que se preocupar em "ferir os sentimentos" dos outros a
cada telefonema pronunciado.
19. Você consegue estacionar em vagas que têm menos de 2.5 vezes o
comprimento do seu carro.
* *20. Ana Maria Braga inexiste no seu universo.**
21. A revista "Caras" inexiste no seu universo.
22. Você não tem compulsão de arrumar sua casa inteira em 15 segundos
quando alguém toca a campainha.
* *23. Os mecânicos lhe dizem a verdade.**
24. Você está se lixando se alguém percebe ou não que você cortou o cabelo.
25. Se você está assistindo a um jogo com um amigo seu e ele está no mais
absoluto silêncio por 45 minutos, é porque o jogo está bom, e não porque ele está de mal com você.**
* *26. O mundo é seu mictório.**
27. Você não depende do seu cônjuge para programar videocassete.
* *28. Cera quente e suas partes íntimas estão sempre a uma distância
respeitável.**
* *29. Cabelos brancos e rugas somam charme.**
30. Ninguém fica olhando para seu peito enquanto conversa.
* *31. Você tem um relacionamento absolutamente normal com sua mãe.**
* *32. Você pode comprar camisinhas sem que o balconista faça aquela cara
de visão de raios-X".*
* 33. Se você diz que vai ligar para um amigo e não liga, ele não fica
choramingando e os outros não formam um comitê para solucionar o problema.**
34. Você não tem medo da velhice.
35. Você não tem que dispensar uma oportunidade de fazer sexo.
* *36. Filmes pornô são projetados especificamente para SUA mente.**
37. Você não tem que se lembrar dos aniversários de casamento e nascimento
de todo mundo.
38. Ter antipatia por ela não o impede de fazer sexo com ela.
* *39. Quando se encontra com os amigos, você sabe que não vai enfrentar a
frase "Então, está notando algo diferente em mim?".**
40. Seus amigos não o obrigam a falar sem ter sobre o que falar.
41. A continuidade do Universo não depende da roupa de cama ser trocada
todo dia.
42. Ter barriga não o impede de usar camiseta.
43. Você se diverte com listas politicamente incorretas na internet que
deixam elas espumando de raiva. *
* Quando elas fazem uma lista esculhambando os homens, você também se
diverte.*
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Jul 23, 2006
Jul 18, 2006
Jul 15, 2006
Jul 13, 2006
Jul 12, 2006
Paulo Ricardo se candidatando a deputado...
... e depois perguntam por que eu nao volto ao brasil...
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Jul 8, 2006
nego "summer or bust"
Jul 2, 2006
começar de novo...
Este texto é de um craque, um craque imortal: Carlos Drummond de Andrade, que, além de vestir a camisa 10 da poesia brasileira, era vascaíno. Drummond escreveu este texto, tão absolutamente atual, em seguida à derrota do Brasil para a Itália na Copa de 1982. E acrescentou uma lição que vale aprender neste 1º de julho de 2006:
"Chego à conclusão de que a derrota, para a qual nunca estamos preparados, de tanto não a desejarmos nem a admitirmos previamente, é afinal instrumento de renovação da vida. Tanto quanto a vitória, estabelece o jogo dialético que constitui o próprio modo de estar no mundo. Se uma sucessão de derrotas é arrasadora, também a sucessão constante de vitórias traz consigo o germe de apodrecimento das vontades, a languidez dos estados pós-voluptuosos, que inutiliza o indivíduo e a comunidade atuantes. Perder implica remoção de detritos: começar de novo"
Roberto Benevides











