risque, ary barroso, 1971 - silvinha araújo  

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genética...  

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god...  

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oba! (laerte)  

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aos idiotas do orkut (primeira parte)  

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genial  

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quando gisele pegou minha guitarra emprestada...  

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it's a mad world...  

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rock on!!  

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Bulldog welcomes new member to the family  

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riiiiight...  

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não dá muito pra explicar...  

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tem que ouvir a figura... (notem o "downlô") - ah, cliquem na foto pra ouvir a música...


Entrei No Seu Site Ontem
“entrei no seu site ontem / como você me comove / eu sei que aquelas canções / você armazenou num ipode / i pode uma coisa dessas? / você não me avisou nênada / fiquei disconêquitada / tentei abrir meu imeiu / sem o menor receiu / cliquei na coluna do meiu / nem assuntos li nenhum / e navios fiquei a ver/


Porque eu tenho a força

Mas não detenho o poder (2x)


voltei ao mení principal / nada, nada mau / fiz um linque perfeito / com todo direito / fiz um downlô do arquivo / isso foi incrível / usei, baixei / voltei pro mundo real / afinal, dancei no virtual auau au / no mundo virtual a a a a a a a au / mundo virtual au au au / no mundo virtual a a a a a a a a au / no mundo virtual au au au / no mundo virtual a a a a a a a au / no mundo virtual au au au / virtual!”

conversa entre Calvin e seu pai...  

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Calvin: Por que é que eu não posso ficar acordado até tarde? Vocês podem...(gritando)ISSO NÃO É JUSTO!

Pai: O mundo não é justo, Calvin.

Calvin: Eu sei. Mas por que é que nunca é injusto ao meu favor?

sugestoes de nomes para bandas... tirado da net...  

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dupla caipira da antiga yugoslávia: Osvaldo e Sérvia Montenegro :o)


gringa ginga no banjo  

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mac users (read "losers") will never admit, but...  

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oscar wilde... but it could've been me...  

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"Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim LOUCO e SANTO
Deles não quero resposta, quero meu avesso.

Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco.
Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.

Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.

Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.

Não quero amigos adultos nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice!
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.

Tenho amigos para saber quem eu sou.
Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril".

A todos meus pretensos amigos:  

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"Odeio quem me rouba a solidão sem em troca me oferecer verdadeira companhia" Nietzsche
"...Sent from my BlackBerry® cell phone..."

Redação feita por uma aluna do curso de Letras, da UFPE  

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"Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam
no elevador. Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns
anos bem vividos pelas preposições da vida. E o artigo era bem definido,
feminino singular: era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado
nominal.
Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito
oculto, com todos os vícios de linguagem, fanáticos por leituras e filmes
ortográficos.

O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem
ninguém ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a se
insinuar, a perguntar, a conversar.

O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno
índice. De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro: ótimo,
pensou o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos.
Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador
recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente
no andar do substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou
com ela em seu aposto. Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em
silêncio, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa.

Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela.
Ficaram conversando, sentados num vocativo, quando ele começou outra vez a
se insinuar. Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto adverbial,

e rapidamente chegaram a um imperativo, todos os vocábulos diziam que
iriam terminar num transitivo direto. Começaram a se aproximar, ela
tremendo
de vocabulário, e ele sentindo seu ditongo crescente: se abraçaram, numa
pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os
dois.

Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula ele não
perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo. É claro
que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente oxítona às
vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros. Ela totalmente voz
passiva, ele voz ativa.

Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos, ele foi avançando cada
vez mais: ficaram uns minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu
predicativo do objeto, ia tomando conta. Estavam na posição de primeira e
segunda pessoa do singular, ela era um perfeito agente da passiva, ele
todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando
aquele hífen ainda singular.
Nisso a porta abriu repentinamente.

Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo, e entrou dando
conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios
de preposições, locuções e exclamativas.

Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor,
subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu
particípio na história.

Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por
todo o edifício.
O verbo auxiliar se entusiasmou, e mostrou o seu adjunto adnominal. Que
loucura, minha gente. Aquilo não era nem comparativo: era um superlativo
absoluto. Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com
aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos.

Foi chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao
seu tritongo, propondo claramente uma mesóclise-a-trois. Só que as
condições eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao
gerúndio do substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo
feminino.
O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido
depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final
na
história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela
e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o
artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva" .

"...Sent from my BlackBerry® cell phone..."

 

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amazing...  

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... a primeira vez que ouvi isso foi em "eternal sunshine of the spotless mind", meu filme favorito... e aqui vai o motivo pelo qual eu assisto "scrubs" (tem o video de "eternal sunshine..." mais embaixo...) - enjoy! and reach for the sun!

 

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pra constar....  

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she rocks!  

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Sarah Silverman May 2, 2002.

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Gracinha Copacabana....  

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.... Estrela dalva, india poti, india amazonense, fatima boa viagem, sueli pingo de ouro, valeria mon amour, esther bem me quer, regina polivalente, dayse cristal, cristina azul, sandra perola negra, bia ze colmeia, sarita catatau, lia hollywood, leda zepelin, fernanda terremoto, graça portelao, gleice maravilha, sandrinha radical, rosane da camiseta, erica selvagem, chininha, cleopatra, aninha, lucinha ti ti ti, sandra veneno, glaucia sued, jussara, sandrinha toda pura e geni. Jah descobriu o que eh, right? A lista de todas as chacretes que jah passaram pelo cassino do chacrinha! E, eh claro, a ultima que eu deixei de fora pra nao entregar logo do comeco: rita cadillac! :o)
"...Sent from my BlackBerry® cell phone..."

mio e mao!!  

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... mais um do gilmar, em montpellier, semana passada...  

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